O governador Eduardo Riedel (PSDB) afirmou que a estabilidade institucional é um dos motivos do crescimento de Mato Grosso do Sul. A declaração foi feita durante evento na sede da Famasul, em Campo Grande. Segundo ele, o ambiente de harmonia entre os Poderes e entre o setor público e privado atrai investimentos. Riedel disse que “ninguém investe em um ambiente conflituoso” e que, no estado, cada poder cumpre seu papel sem interferir no outro.
O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues comentou o empate da Seleção Brasileira por 1 a 1 na estreia da Copa contra o Marrocos. Rodrigues disse que o time não tem um bom meio-campo. Ele afirmou que o Brasil continua sendo campeão mundial na produção de soja, carne, celulose e outras commodities do agronegócio.
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul encerrou, por prescrição, a punição de Cícero dos Santos e João Marcos Pedro Rosa. Eles eram acusados de caixa dois nas eleições municipais de 2008 em Naviraí. A condenação em primeira instância foi de 1 ano de reclusão por falsidade ideológica eleitoral. A acusação apontava que R$ 100 mil recebidos de um empresário não foram declarados à Justiça Eleitoral.
O volume de transações digitais suspeitas no comércio eletrônico cresceu 29,73% em maio, segundo a Equifax BoaVista. O valor médio dessas operações caiu 53,7%, de R$ 1.926,65 para R$ 891,65. A empresa afirma que os criminosos podem estar fazendo compras menores para evitar a detecção. A taxa de fraude no período foi de 1,26%.
A prefeita Adriane Lopes (PP) oficializou a adesão de Campo Grande ao programa estadual MS Sem Racismo. O decreto cria o Plano Municipal de Metas Antirracistas, com ações como capacitação de servidores e campanhas educativas. Entre as metas está a criação de uma lei para regulamentar bancas de heteroidentificação em concursos. Também está previsto um selo para reconhecer empresas que promovam a igualdade racial.
O governo federal lançou o sistema Contratos.gov.br, que será obrigatório para acompanhar contratos após a compra. O sistema vai fiscalizar a entrega de serviços, cumprimento de prazos e pagamentos. O objetivo é dar mais transparência e controle sobre os contratos públicos.
O governo federal vetou integralmente o projeto que criava o contrato de primeiro emprego para jovens. A justificativa foi que a proposta reduzia direitos trabalhistas e criava uma categoria de trabalhador com menos proteção. A medida previa alíquota menor de FGTS e contribuição previdenciária reduzida para as empresas.
