18/06/2026
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Brazil man convicted of killing, burning and burying victim

Brazil man convicted of killing, burning and burying victim

O réu João Vitor Pereira Ribeiro, de 22 anos, foi condenado a 19 anos e 7 meses de prisão em regime fechado pelo assassinato de Emílio de Souza, de 27 anos. O crime ocorreu em fevereiro de 2025, em Campo Grande. A sentença foi proferida na tarde desta quarta-feira (17) pelo Tribunal do Júri da capital.

Além do homicídio qualificado, João Vitor também foi condenado por tráfico de drogas. Já Ronaldo da Silva Santos, de 25 anos, recebeu pena de um ano de reclusão por ocultação de cadáver. A pena foi considerada cumprida pela Justiça devido ao tempo em que ele ficou preso preventivamente.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, Emílio foi morto no dia 8 de fevereiro de 2025. Participaram do crime João Vitor, Maurício de Castro Velasques e um adolescente. O corpo da vítima foi encontrado três dias depois, parcialmente queimado e enterrado em um terreno na Rua Focho Yamaki, no Bairro Mata do Jacinto, região norte da Capital.

As investigações da Polícia Civil apontaram que Emílio morreu por asfixia. O delegado Reges de Almeida, titular da 3ª Delegacia de Polícia Civil, informou na época que cinco pessoas foram conduzidas, mas apenas João Vitor, Maurício e o adolescente participaram diretamente do assassinato.

Durante as apurações, o adolescente confessou o crime. Ele relatou que João Vitor havia agredido Emílio dias antes, causando fraturas nas pernas da vítima. Sem conseguir se locomover, Emílio estava deitado em uma cama quando foi enforcado com uma corda.

Após a morte, João Vitor e Ronaldo transportaram o corpo em um colchão até os fundos da residência, onde atearam fogo. Maurício estava na casa no momento dos fatos, mas deixou o local antes da execução.

João Vitor confessou participação durante a fase policial. Ele disse que planejou o crime um dia antes e alegou que era ameaçado por Emílio desde maio de 2024, quando teria sido vítima de uma tentativa de homicídio atribuída ao rapaz.

No julgamento, porém, o réu negou participação no assassinato. Afirmou que estava sob efeito de drogas e álcool, disse não conhecer a vítima e declarou que estava “no lugar errado e na hora errada”. Os jurados acolheram a tese da acusação e o condenaram por homicídio qualificado.

Sobre o autor: Redação Central

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