30/04/2026
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Brazil man convicted of murder in one state arrested in another after 17 years

Rafael Floripes de Souza, 38 anos, condenado por homicídio em Sinop (MT), foi preso na terça-feira (28) no distrito de Prudêncio Thomaz, em Rio Brilhante, a 163 quilômetros de Campo Grande. A prisão ocorreu durante patrulhamento da Polícia Militar na região central.

A equipe fazia ronda de rotina quando percebeu atitude suspeita do homem. Ao notar a aproximação da viatura, Rafael mudou o trajeto de forma repentina, o que levantou suspeita e levou os policiais a realizarem a abordagem.

Durante a identificação, os militares consultaram os sistemas de segurança e confirmaram que havia um mandado de prisão em aberto contra ele. A ordem judicial foi expedida pela comarca de Sinop, onde ocorreu o crime.

Rafael foi detido no local e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil. Ele permanece à disposição da Justiça e deve ser transferido ao sistema prisional para cumprimento da pena.

O homem foi condenado a 16 anos e sete meses de prisão pelo assassinato de Adriano Nonato da Silva, 25 anos, ocorrido em outubro de 2008, no bairro Jardim dos Ipês, em Sinop.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, a vítima foi morta com golpes de madeira em um terreno baldio. A investigação apontou que três pessoas participaram do crime.

A motivação, segundo apurado, foi uma dívida entre Adriano e os envolvidos. O caso teve repercussão à época pela violência empregada na ação.

Um dos suspeitos morreu antes de ser julgado. Outro foi levado a júri popular em 2018, quando recebeu pena de 14 anos de prisão em regime fechado. Ele foi preso no ano seguinte por equipes da Divisão de Homicídios.

Rafael era o terceiro envolvido e estava foragido desde o crime. A captura ocorreu 17 anos depois, no mesmo dia em que a condenação foi definida pelo Tribunal do Júri.

A polícia não informou há quanto tempo ele estava em Mato Grosso do Sul. Também não há detalhes sobre eventual tentativa de ocultar a identidade durante o período em que permaneceu foragido.

O caso segue agora para a fase de execução penal, sob responsabilidade do Judiciário, que deve definir o local onde o condenado cumprirá a pena.

Sobre o autor: Redação Central

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